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Notícias
 
06-05-2011

Lei de resíduos multiplica número de entidades relacionadas à sucata.

 

Com a valorização dos preços da sucata brasileira e a nova lei de resíduos em campo, o setor vem ganhando cada vez mais entidades de classe. Só o Sindicato do Comércio Atacadista de Sucata Ferrosa e Não Ferrosa do Estado de São Paulo (Sindinesfa), por exemplo, soma cerca de 1.500 de empresas representadas.

No entanto, o lançamento de uma nova iniciativa gerou mal estar entre sindicatos e associações já existentes. A União Nacional dos Sindicatos e Associações das Empresas de Reciclagem (Unaser), instituição formada por meio do Sindicato das Empresas Despoluidoras do Ambiente e Gestoras de Resíduos do Estado do Rio de Janeiro (Sindieco) e pela Associação dos Recicladores do Estado do Rio de Janeiro, foi lançada em março com o objetivo de unir lideranças ligadas ao tema.

“O problema é que a Unaser vem se postando como porta-voz nacional do setor, quando na realidade outras entidades já realizavam este trabalho”, afirma o secretário-executivo do Sindinesfa, Elias Bueno.

Como presidente da nova entidade, Glauco Pessoa rafitica que a unificação da representação é o propósito da Unaser, mas que isso que não anula a representatividade de outras associações. “Tivemos esta iniciativa por não conseguir atingir nossos objetivos junto ao Sindinesfa no Ministério do Meio Ambiente, agora com a nova entidade já conseguimos um canal de comunicação com a esfera federal”, conta.

Assim como Sindinesfa e o Inesfa, outros órgãos de classes nos estados de Goiás, Minas Gerais e Paraná, dizem não reconhecer a Unaser como liderança representativa do setor sucateiro.

Para Marco Aurélio Borgerth, um dos fundadores do Instituto Nacional das Empresas de Preparação de Sucata Não Ferrosa e de Ferro e Aço (Inesfa), vice-presidente do Sindinesfa e um dos fundadores e diretor do Sindieco, é essencial que a imagem da categoria esteja alinhada para o fortalecimento do setor. “Temos que deixar regionalismos de lado para garantir uma forte representação”, completa.

FONTE: Steel Business Briefing - Premier Edition.

 

 
 
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